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14/12/2018 - Notícia

Jair Bolsonaro participa de lançamento de submarino em Itaguaí, RJ

Foto: Alan Santos/PR

Jair Bolsonaro participou da cerimônia de lançamento do submarino Riachuelo, o primeiro de uma frota de quatro novos submarinos de ataque da Marinha do Brasil, que entrou no mar pela primeira vez, na manhã desta sexta-feira (14). 

“Hoje estivemos presentes em Itaguaí-RJ para Cerimônia de Lançamento ao Mar do Submarino Riachuello realizada pela Marinha do Brasil”, escreveu Jair Bolsonaro no Twitter. 

Entre as autoridades presentes no evento, estiveram o almirante de esquadra, Eduardo Bacellar, comandante da Marinha e o atual presidente do Brasil, Michel Temer. 

"O batismo inaugura uma nova fase de preparação. Ao longo dos próximos meses, serão realizados testes de porto e de cais, e em breve o Riachuelo será um novo instrumento em uso do mar e estratégias nacionais de defesa", disse o comandante da Marinha.

O elevador de lançamento ao mar, com 34 guinchos, foi acionado em conjunto por Bolsonaro, Temer, o comandante da Marinha e pelo almirante de esquadra Leal Ferreira. O processo de descida demorou cerca de 30 minutos.

Dirigindo-se a Bolsonaro, Temer disse ter a mais absoluta convicção que o presidente eleito e sua equipe farão um extraordinário governo. “Não só pelo que revelaram nas suas falas, mas pela história do presidente Bolsonaro e daqueles que compõem a sua equipe”, elogiou Temer.

O Riachuelo 

Segundo a Marinha, o submarino tem autonomia de mais de 70 dias e será usado no patrulhamento do litoral brasileiro, também chamado de Amazônia Azul. 

Conforme informações noticiadas pelo canal Jovem Pan, o Riachuelo é alto como um prédio de quatro andares com grande poder de fogo e ainda terá pela frente dois anos de testes e provas de mar. Vai ter de fazer, agora, algumas coisas que não repetirá em operação, como navegar à velocidade máxima por muitas horas e submergir em condição crítica. 

O submarino “viverá” batalhas e cercos virtuais de combate. Fará disparos de todas as suas armas e ensaiará a saída e o resgate de times de mergulhadores de combate. Haverá exercícios de incêndio, de naufrágio e de ações furtivas dedicadas à inteligência. Só depois disso tudo o S-40 poderá cumprir a missão para a qual foi destinado – o controle das águas oceânicas de interesse do País.